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A experiência do cliente pode parecer um tema recente, porém ela está presente no cotidiano desde que o mundo é mundo. Isso porque a interação entre uma necessidade e sua solução sempre existiu. Essa relação foi se sofisticando e, na sociedade atual, se profissionalizou com o designer UX.

Isso porque o mercado competitivo como o atual, fez com que o consumidor almeje sempre novas e melhores experiências. Mais do que a conveniência da finalidade do produto ou serviço, é preciso investir que a interação seja rica e surpreendente.

Afinal, na economia 4.0, criar experiências ricas para a sociedade precisa sempre considerar as telas dos smartphones e notebooks que foram adicionadas às atividades do shopper moderno. Essa realidade, sem dúvida, fez o profissional de UX ganhar mais uma dimensão de atuação.

Para entender um pouco melhor sobre essa profissão e saber como progredir, não deixe de acompanhar os tópicos abaixo.

O que é designer UX?

O designer UX é um profissional que cria experiências positivas, tanto para produtos e serviços físicos quanto para os digitais. Por meio de uma investigação profunda sobre o perfil do usuário e seu contexto, esse especialista adquire entendimento sobre o problema e então projeta uma interação positiva. Ou seja, para que o encontro entre o consumidor e a marca aconteça de maneira fluida e eficiente, gerando encantamento no cliente.

A tradução do termo é Designer de Experiência do Usuário (User Experience) e, dessa forma, pode ser incorporado em diferentes contextos. Desde desenhar a interação entre uma pessoa e um objeto, aplicativo, ponto de venda e até mesmo o atendimento em hospitais ou em eventos.

Mercado aquecido

A aceleração digital pela qual as empresas estão passando é sem precedentes, uma vez que o próprio cenário de mercado é inédito. A pandemia reformulou prioridades e, com isso, a busca por criar uma presença digital adequada ao público é imprescindível, até porque muitos concorrentes também estão entrando no mercado, além de existirem outros cuja operação digital já existia antes da pandemia e agora passa por ampliação.

Outro ponto positivo da área, conforme apontado na pesquisa “Panorama de Salários em Tecnologia 2018”, desenvolvida pela Revelo, é a média salarial atrativa de um designer UX que, no Brasil, é de R$ 5.853,00.

No entanto, não se esqueça: apesar de o universo online ser a principal porta de contração para um designer UX, ela não é a única. Esse especialista pode atender a qualquer tipo de setor-segmento.

O que faz o designer UX?

Essa questão é muito relevante porque traz a confusão mais comum da área: diferenças entre UX e UI (User Interface). Entenda: UI está dentro de UX, é uma das atribuições. Porém, antes de arquitetar uma interface há um trabalho extenso de investigação.

Assim, o designer UX será o profissional responsável pelas tarefas de pesquisa, protótipo, personas e prezar pelos objetivos do negócio (afinal o produto ou serviço será destinado a uma empresa cuja finalidade é ser financeiramente sustentável e, portanto, a experiência precisa ser o coerente o suficiente para gerar lucro).

As pesquisas trarão o aprofundamento sobre o público — em contexto, características, preferências e problemas — o que dará condições do profissional traçar as personas e criar hipóteses, ou seja, suposições que devem ser comprovadas ou não pelos protótipos (e aí está o motivo para se apaixonar pelo problema e não pela solução, pois assim será possível abrir mão das ideias infrutíferas), sempre em consonância com a essência da empresa.

Por sua vez, o UI é o especialista que desenvolverá o design visual, definirá a tipografia, as cores, o layout do projeto, a fim de criar o design da interface com a qual o consumidor terá interação.

É claro que esse trabalho não é linear e passa pelo UX e pelo UI em diversos momentos do processo. É por isso, inclusive, ser tão comum haver vagas híbridas, cujos dois perfis de atribuições serão delegados a uma mesma pessoa.

Como se tornar um designer UX?

designer UX fazendo um rascunho do seu produto no papel, estando em frente o computador

Muitos profissionais de design aprendem na prática as atribuições específicas do UX. No entanto, há especializações já disponíveis, uma vez que as questões tecnológicas sempre avançam e porque há múltiplas habilidades a serem aprimoradas.

Desde questões técnicas como design de interação, análise de dados, arquitetura da informação, design visual, as denominadas hard skills; até as habilidades comportamentais (soft skills), uma vez que o designer UX terá de realizar muitas reuniões e ainda mais pesquisas e, assim, precisa de toda a capacidade de empatia e disposição de escuta para ter informações suficientes a fim de gerar os insights para as experiências que criará.

O ponto principal dessa profissão é ser um perseguidor de problemas. A experiência do consumidor sempre pode e deve ser otimizada. A interação precisa ser funcional, confiável e prazerosa para o usuário ao mesmo tempo que reflete nos elementos visuais a essência da marca.

E, em uma era de informações como a atual, qualquer tomada de decisão precisa estar embasada nos dados das pesquisas de perfil e usabilidade, bem como nos números de desempenho obtidos em tempo real pelo Analytics. Mesmo com a interface entregue e em uso, o trabalho do UX continua.

E, então, já decidiu se vai migrar de profissão de designer UX? Na dúvida ou na certeza, compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e leve insights a seus amigos que também estão em busca de uma nova carreira!

Ricardo Ruffo

Ricardo Ruffo is a born entrepreneur, educator, speaker and explorer. As a writer by passion Ricardo daydreams on how the world is changing fast and how it could be.

Ruffo is the founder and global CEO of Echos, an independent innovation lab driven by design and its business units: School of Design Thinking, helping to shape the next generation of innovators in 3 countries, Echos – Innovation Projects and Echos – Ventures. As an entrepreneur, he has impacted more than 35.000 students worldwide and led innovation projects for Google, Abbott, Faber-Castell and many more.

Specialist in innovation and design thinking, with extensions in renowned schools like MIT and Berkeley in the United States. Also expert in Social Innovation at the School of Visual Arts and Design Thinking at HPI – dSchool, in Germany.

Naturally curious, love gets ideas flying off the paper. He always tries to see things from different angles to enact better futures. In his free time, spend exploring uninhabited places around the world surfing.

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