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Conheça os cinco princípios fundamentais que todos os designers que realmente se preocupam com os seres humanos devem saber sobre o design de tecnologias imersivas.

Um papo com Igor Casenote

Você é designer e desenvolve tecnologias imersivas? Tive uma conversa com Igor Casenote, da Echos, que nos deu algumas dicas do que é necessário ao criar neste cenário.

Tecnologias imersivas continuarão a evoluir, mas o fator humano de nossos usuários é permanente. Por isso, indicamos alguns pontos que todos os designers que realmente se preocupam com os seres humanos devem saber sobre o design de tecnologias imersivas.

  1. Apresente os benefícios planejados aos usuários

Qualquer abordagem em design que busque melhorar algum ponto da vida das pessoas precisa colocá-las como foco. Falar com clientes e entender seu comportamento permite que o designer tenha o mínimo de conhecimento a respeito do contexto dessas pessoas, facilitando a concepção de uma estratégia figital que vá aderir ao cotidiano delas.

  1. Tenha uma mentalidade orientada para o sistema

Analisar o todo e desenvolver estratégias de design que tornem o caos inteligível é essencial para criar estratégias figitais. Os objetivos são tornar as experiências mais interessantes para os consumidores e cruzar e reunir diferentes momentos de suas vidas diárias.

  1. Acompanhe as tecnologias disponíveis

A tecnologia desempenha um papel crucial na operacionalização de jornadas figitais. Quais benefícios a IA, o 5G, a IoT e outras tecnologias trazem à vida das pessoas hoje? Por meio de tecnologias emergentes, é possível mapear e otimizar gargalos e dores dos usuários e das partes interessadas, tanto que estão sob os holofotes quanto que estão nos bastidores dessas jornadas.

  1. Torne o invisível visível

Uma habilidade essencial em design que é muitas vezes esquecida é a representação visual. Ao desenvolver uma jornada figital, é importante considerar que o resultado dependerá de outros fatores. Por isso, é essencial que haja ferramentas que ajudem na visualização técnica de como o serviço prevê a orquestração de diferentes pontos de contato na jornada do usuário.

  1. Compreenda a diferença entre entregas e resultados

Entrega é o produto gerado ao fim de uma tarefa. Já resultado é o fruto qualitativo, baseado no que é considerado significativo por usuários e partes interessadas de um serviço. Esse entendimento ajuda a ter em mente o que realmente importa para as pessoas na realização de uma jornada figital.

 

Analisando a palavra de ação em cada um desses princípios, veja como podemos resumi-los:

  1. Apresentar benefícios
  2. Ter uma mentalidade orientada para o sistema.
  3. Acompanhar as tecnologias disponíveis
  4. Torne o invisível visível
  5. Diferenciar entrega e resultado

O design de tecnologias imersivas não vai eliminar o elemento essencial do design. Seja na criação do metaverso do Facebook ou no desenvolvimento de um novo uso para intervenção médica, Igor quer que nos lembremos de que tudo gira em torno do que os usuários (ou seja, os seres humanos) consideram significativo.

Perguntamos a ele: quanto dessa experiência é física e quanto é digital?

O papo continua.

Kehinde Bademosi

Kehinde Bademosi é o estrategista e contador de histórias que criou e administrou o setor de inovação social do Departamento de Saúde da Cidade de Baltimore por meio da Universidade Johns Hopkins. Antes de trabalhar no setor público, Kehinde foi Diretor Executivo de Criação da DraftFCB, Lagos, onde gerenciou diversos talentos e criativos para clientes de vários países.

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