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Nós estamos vivendo em um mundo em constante mudança. Apesar de isso sempre ter sido uma verdade, o índice de mudança aumentou com a disrupção do COVID19. Nós não podemos controlar o vírus, mas isso não significa que nós não podemos criar um futuro desejável para nossas vidas e negócios.

Nosso objetivo como designers é criar futuros desejáveis, e não apenas uma aceleração plausível do que está acontecendo agora em um futuro projetado. Nós gostamos de desafiar organizações com quem trabalhamos com essa pergunta, você gostaria de prever o futuro ou criá-lo?

Nós somos capazes de criar o futuro, porque somos todos designers. Todo ser humano é um designer. Nossa evolução como espécie foi definida pela nossa habilidade de inventar e reinventar. Nós não estamos apenas evoluindo constantemente nossas habilidades, mas também desenvolvendo novas habilidades que geram consequências intencionais e não intencionais. O que nos faz humanos é nossa habilidade de criar mudança intencionalmente. Essa habilidade de gerar mudança intencionalmente é a mesma que nos permite projetar novos futuros.

Na verdade estamos projetando cada aspecto de nossas vidas o tempo todo. Nós estamos todos projetando o mundo em que queremos viver, a cultura que queremos participar, os relacionamentos que queremos ter. Os problemas ocorrem quando criamos involuntariamente situações nas quais não queremos estar. Quando não estamos projetando coisas com intenção, o que significa que não estamos escolhendo o que queremos. O real poder do design é ser capaz de intencionalmente criar mudança para melhor. 

Como nós aplicamos isso ao conceito de projetar um novo futuro desejável para gerar mudança intencional? Nós devemos pelo que o Richard Buchanan chama de quatro camadas do design. O design começou como uma ferramenta de comunicação para criar símbolos, como logos. Com a revolução industrial, ele evoluiu para o desenho industrial onde se criava produtos ou arquitetura. Depois, a sociedade evoluiu com a revolução digital e designers começaram a criar interações como design de serviço, design de experiências e de comportamento. E agora, temos design de sistemas que focam em cultura, como designers organizacionais, de negócio e de aprendizado.

Se nós revermos as camadas do design, elas existem para criar soluções para problemas. Design é poderoso, mas como isso resolve os problemas de empresas hoje? Nós estamos vivendo em um mundo em constante transformação, e isso não vai mudar, sempre foi assim e sempre será. O que é diferente é que a taxa de mudança é acelerada, especialmente agora com os efeitos do COVID em nossas vidas pessoais, profissionais e nos governos dos países em que vivemos. 

Agora é o momento de começar a pensar sobre como gostaríamos de projetar intencionalmente futuros em um nível social. E isso significa que devemos começar olhando os sistemas, nós devemos começar olhando para a quarta camada do design em um nível social. Isso garante que consideramos com precisão os problemas urgentes que estão ocorrendo, mas começamos a ver como os sistemas atuais estão causando os problemas que estamos enfrentando. 

Atualmente possuímos oportunidades sem precedentes diante de nós. Devido às mudanças sociais e aos desafios trazidos pela pandemia nós estamos vendo quem é mais vulnerável e quem realmente está se beneficiando do novo mundo em que estamos vivendo. O que deveríamos estar nos perguntando: isso é algo desejável para nós como uma sociedade? E mais importante, estamos participando ativamente da construção desse futuro? E se não estivermos, quem é o criador dessa visão de futuro e o que isso representa para ele?

Nós como uma sociedade temos uma grande responsabilidade pela frente de mudar o que não está criando futuros desejáveis para todos. A boa notícia é que todos temos a habilidade de intencionalmente redesenhar nosso sistema. Se você quiser saber mais sobre design de futuros desejáveis para sua organização ou projeto, por favor nos envie um email com mais informações.

Ricardo Ruffo

Ricardo Ruffo is a born entrepreneur, educator, speaker and explorer. As a writer by passion Ricardo daydreams on how the world is changing fast and how it could be.

Ruffo is the founder and global CEO of Echos, an independent innovation lab driven by design and its business units: School of Design Thinking, helping to shape the next generation of innovators in 3 countries, Echos – Innovation Projects and Echos – Ventures. As an entrepreneur, he has impacted more than 35.000 students worldwide and led innovation projects for Google, Abbott, Faber-Castell and many more.

Specialist in innovation and design thinking, with extensions in renowned schools like MIT and Berkeley in the United States. Also expert in Social Innovation at the School of Visual Arts and Design Thinking at HPI – dSchool, in Germany.

Naturally curious, love gets ideas flying off the paper. He always tries to see things from different angles to enact better futures. In his free time, spend exploring uninhabited places around the world surfing.

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