3 dinâmicas para trabalho em equipe para você implementar

O trabalho em equipe é essencial nas nossas vidas e principalmente no ambiente de trabalho. Pois nesse local costumamos trocar conhecimento e ideias com o objetivo de criar novos produtos ou soluções inovadoras. Dessa forma, as dinâmicas para trabalho em equipe são atividades importantes para se aplicar dentro da empresa e fazer com que os participantes consigam entender a importância da união de forças.

Apesar de as dinâmicas serem mais aplicadas em processos seletivos, elas podem ser utilizadas na empresa com a finalidade de auxiliar as equipes em momentos de dificuldade, como quando estão iniciando um projeto ou quando houver algum bloqueio criativo.

Por meio das dinâmicas de trabalho em equipe, o mediador consegue identificar a característica emocional e comportamental de cada colaborador. Assim, fica mais simples definir as atividades que cada integrante vai desempenhar dentro do time para que ela funcione melhor.

Além disso, elas servem para fazer com que os participantes se soltem mais e consigam interagir melhor com os seus colegas. Elas também proporcionam motivação e energia para iniciar um novo projeto.

Por isso, é importante que o coordenador de projetos ou líder de equipe aplique dinâmicas nos momentos que achar necessário, seja para estimular a criatividade, proporcionar uma interação melhor ou motivar os colaboradores.

Sendo assim, a seguir, veremos 3 dinâmicas para trabalho em equipe que podem ser aplicadas nas empresas. Aproveite a leitura.

Conheça 3 dinâmicas para trabalho em equipe

1. Pedra, papel e tesoura

A dinâmica “Pedra, papel e tesoura” é ótima para se fazer no começo de um projeto, quando a equipe ainda não se conhece bem e é preciso inserir um pouco de energia para que o grupo fique mais alerta e pronto para iniciar os trabalhos.

Sendo assim, a dinâmica consiste em um campeonato de Joquenpô em duplas. Antes de começar a jogar é preciso saber que o jogo conta com três símbolos que dão nome à dinâmica: pedra (mão fechada), papel (mão aberta) e tesoura (dois dedos esticados).

Assim, cada jogador da dupla deve esticar a mão simultaneamente com um dos símbolos e ver qual dos dois ganhou. Para saber quem é o vencedor é preciso seguir as seguintes regras:

  • tesoura ganha do papel;

  • papel ganha da pedra;

  • pedra ganha da tesoura.

Outra regra que existe é que um mesmo jogador não pode mostrar pedra duas vezes seguidas. Além disso, se ambos os participantes mostram o mesmo símbolo, é considerado empate. Nesse caso, é preciso jogar novamente a fim de desempatar.

Digamos que o jogador A mostrou papel e o B mostrou pedra. Nesse caso o jogador A ganha e vai para a disputa com o vencedor de outra dupla. Já o jogador que perde começa a seguir o seu oponente na nova disputa o incentivando até que ele dispute a final. Assim, nesse confronto final teremos duas torcidas na sala.

Após passar por toda essa dinâmica de trabalho em equipe, que leva de 15 a 20 minutos, os participantes estarão mais vibrantes e com a energia lá em cima para começar a pensar e criar. Além disso, os integrantes estarão mais unidos por um objetivo em comum que é um dos dois participantes ganhar a disputa.

2. Rei de Ouros

Esta dinâmica de trabalho em equipe foi inspirada na brincadeira telefone sem fio. Ela utiliza da escuta atenta com o objetivo de promover a empatia nas pessoas. Assim, o objetivo é fortalecer a habilidade da comunicação.

Para isso, o coordenador deve entregar uma carta para cada participante. Essa carta pode ser de qualquer tipo de baralho, pois ela vai simbolizar a história de cada integrante. Com as cartas distribuídas, peça para as pessoas pensarem numa história que foi marcante em suas vidas.

Agora cada participante deve escolher um par, contar a sua história em um minuto, ouvir a história do outro em mais um minuto e trocar de carta. Com a carta do colega em mãos, ele precisará contar a história que acabou de ouvir em primeira pessoa para um novo par e escutar o que o colega tem a dizer.

Agora é preciso trocar as cartas novamente, achar outro par e conta a história que ouviu por último em primeira pessoa. Essa troca de pares deve ser feita por algumas rodadas. Ao término, que deve levar uns 10 a 15 minutos, o coordenador pede que alguns voluntários contem a história que ouviram por último. Depois é interessante pedir que o autor da história a conte também e, assim, compare ambas para perceber as diferenças nos detalhes e fatos.

Essa dinâmica é ótima para percebermos como estamos ou não atentos ao que ouvimos e o que contribuiu para uma boa comunicação, se é o tom da voz, as emoções demonstradas ou a conexão que sentimos.

3. Troca

O “Troca” é uma dinâmica de trabalho em equipe utilizada no teatro a fim de que o aluno treine a técnica de improvisação. No ambiente de trabalho é uma ótima dinâmica para estimular a criatividade, pois os participantes vão ser estimulados a improvisar com o que têm.

Sendo assim, o mediador precisa dividir a equipe em trios ou duplas. Cada pequeno grupo vai até no local em que foi delimitado o palco e nesse momento o mediador escolhe um ambiente ou tema para a dupla começar o improviso.

Assim, eles começam a dialogar e se movimentar de acordo com o lugar onde estão, que pode ser uma floresta ou uma colheita de uvas. Depois de alguns segundos de interação, o mediador diz “troca”. Assim, o participante que falou a última frase deve mudá-la imediatamente.

Por exemplo, se a última frase foi “Peguei uma vassoura atrás da porta”, o participante pode trocar para “Peguei uma vassoura dentro do armário”. Assim, o mediador pode dizer para trocar até umas 2 ou 3 vezes. Depois disso, o grupo deve continuar interagindo até o mediador dizer novamente “troca”. Escolher momentos estratégicos para dar o comando é uma ótima dica.

Após a apresentação do primeiro grupo, outro deve entrar em cena e o mediador deve repetir o mesmo comando nos momentos oportunos. Essa dinâmica tem um tempo médio de 30 minutos.

Essa dinâmica de trabalho em equipe é boa para fazer com que os participantes entendam mais sobre si e sobre como se sentem quando precisavam trocar a frase. Isso possibilita que eles consigam controlar o medo e a ansiedade de enfrentar um obstáculo no trabalho ou de quando precisam improvisar.

Visto essas três dinâmicas para trabalho em equipe, podemos notar que elas são simples de serem aplicadas no ambiente de trabalho. Porém, é necessário que o facilitador seja capacitado e saiba como gerir cada situação para fazer com que o processo se torne mais eficiente e produtivo.

Pensando nisso, ele pode se especializar em um curso que tenha o intuito de capacitar os mediadores para que eles consigam gerenciar grupos na construção de soluções criativas.

O nosso curso Facilitation é um desses cursos em que o aluno passa por situações extremas, o que permite que ele aprenda utilizar técnicas e ferramentas na prática que depois podem ser aplicadas no ambiente de trabalho.

Convidamos você a fazer o curso Facilitation  e, assim, poder conduzir dinâmicas de trabalho em equipe e mediar grupos na construção de soluções criativas em processos de inovação baseados no Design Thinking.

Adriano Gonçalvez

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