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Quando alguém começa a falar de futuro e de inovação, logo aparece alguém falando:

“A melhor maneira de prever o futuro é o inventando.”- frase célebre do Alan Kay. E é isso mesmo, SÓ QUE INVENTAR O FUTURO É UMA TAREFA ÁRDUA E DE ALTA RESPONSABILIDADE. É algo paradoxal, pois criamos o nosso futuro no nosso dia a dia, mas não pensamos nas suas consequências durante esses atos.

Na Echos, a gente está há algum tempo pensando sobre inovação e futuros. Por que inovação é tão importante hoje em dia? Por que, de repente, todo mundo está se preocupando tanto com o futuro se tem tanta coisa no presente para a gente resolver?

Para nós, A INOVAÇÃO É O FUTURO DESEJÁVEL ACONTECENDO AGORA. Significa gerar valor, mudar o status quo e ousar ser diferente.

Por que devemos construir futuros?

Hoje em dia estamos reagindo às tecnologias e as transformações de mercado e sociais. Agimos como se o futuro fosse feito de predições ou tendências matemáticas e comportamentais. MORREMOS DE MEDO DO QUE VAI ACONTECER.

– Será que a inteligência artificial vai roubar meu emprego?

– Será que o meu negócio vai continuar relevante?

E MORREMOS DE MEDO DO PRESENTE:

– Insegurança, instabilidade, equilíbrio da vida profissional, entre outros.

A verdade é que estamos vivendo um tsunami de mudanças. Sua empresa está mudando e vai mudar ainda mais. A mídia mudou, o seu trabalho mudou, a tecnologia mudou, as relações sociais mudaram, o tempo mudou, o mundo mudou. E aí nós ficamos com duas opções: aceitar o que os outros propõem como transformação e seguir ou arregaçarmos as mangas e nos tornarmos partes propositivas e atuantes na construção desse futuro. Seja este o futuro da sua vida, da sua empresa, da sua cidade ou da espécie humana.

Muita gente está falando sobre o futuro, a gente não é como eles. O futuro para nós é imprevisível e incerto, mas o que é certo é que ele é construído a partir das pessoas. Pessoas que são ousadas o suficiente a pensar em alternativas, e a ir contra o padrão. Pessoas que não só vislumbram um futuro diferente, mas que tem coragem de o fazer de forma colaborativa e estratégica, porque sabe que futuros devem ser coletivos e inclusivos.

Alan Key estava certo, “a única maneira de criar futuros é inventando-o”, mas criar futuros não é tão fácil assim. É por isso que a gente criou um novo curso: Design de Futuros Desejáveis, nossa maneira de trazer rigor para a construção de futuros.

A primeira premissa do curso é entender que todo futuro é um ato político e gera consequências, por isso a sua construção deve ser ética, colaborativa e inclusiva.

A segunda é que o futuro é sempre uma possibilidade, mas pode ser uma possibilidade intencional. Nós podemos interferir no futuro e mudá-lo.

Então, por que agora? Se você não quer ser um espectador e nem um vidente, junte-se a nós para se tornar um articulador e um intervencionista de futuros, ou melhor dizendo um designer de futuros desejáveis.

Informações: 

  • São Paulo: 03, 04 e 05 de dezembro de 9h às 18h
  • Requisito conhecer a abordagem do design thinking
  • Investimento: 4x R$750,00

Aproveite essa oportunidade pois as vagas são limitadas! Mais informações AQUI.

Espero te encontrar nessa experiência!

Abraços,

 

Juliana Proserpio

Juliana is the co-founder of Echos, an Innovation Lab, that is the mother company to the School of Design Thinking – a school that puts innovation in practice – and Echos Innovation Projects – a consultancy for service, business and systemic design. Over the last seven years, Juliana has worked to develop an innovation ecosystem in Australia and Brazil to foster the design of desirable futures and design thinking.

She has more than 10.000 hours working closely with clients on facilitation design, leading a diverse range of projects in industries such as healthcare, finance, education, retail, technology and consumer goods.

Juliana speaks on the power of design to create desirable futures. She spoke at events such as the Global Innovation Summit in San Jose, California, TEDxMaua in Sao Paulo, Brazil, What Design Can Do and the Sydney Design Festival. Juliana has been a judge at the first William Drenttel Award for Excellence in Design since 2015.

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