Essa semana foi especial para a turma de Design Thinking Specialisation . Recebemos ninguém menos que o jornalista Marcelo Tas em uma aula sobre Como Fazer Boas Perguntas.
Tas começou a aula contando um pouco sobre a sua trajetória pessoal e profissional e realizou duas dinâmicas com a turma: a primeira, pediu para que cada pessoa desenhasse seu mapa de empatia pessoal, para que a partir daí, cada um entendesse como que suas características pessoais e suas histórias influenciam na hora de fazer e responder perguntas. Depois, foi feita uma dinâmica em grupo na qual eles treinaram perguntas “arrebatadoras”, aquelas que têm o poder de desestabilizar ou fazer a pessoa se abrir de uma maneira sincera. “Me surpreendi porque achava que se fizesse perguntas inusitadas, estaria prejudicando o outro, mas na verdade estamos o provocando no bom sentido, e o fazendo improvisar”, disse Eliane Mazali, que estava presente na aula.
Como fazer boas perguntas? 8 aprendizados
Reunimos abaixo 8 dicas que aprendemos com o Tas sobre como fazer boas perguntas:
1- Precisamos conhecer o nosso próprio viés como entrevistador: o que desperta meu interesse, que conexões posso fazer com as minhas experiências e meu repertório.
2- Depois, é preciso conhecer o outro. Investigar quem é o entrevistado, o que ele tem feito e sua história é essencial como ponto de partida para boas perguntas.
3- Boas perguntas causam desequilíbrio, desestabilizam o raciocínio do que é previsível e obrigam o entrevistado a improvisar
4- Boas perguntas têm o poder de fazer o entrevistado se abrir e ser sincero, pois não há resposta pronta, ou certa.
5- Boas perguntas são resultado de preparo e improviso.
6- Tom de voz e linguagem corporal contam mais do que a gente imagina na hora de fazer perguntas. Segundo Ted do Albert Mehrabian, a importância desses fatores em relação ao conteúdo da comunicação pode ser expressado de acordo com a seguinte proporção:
7- Comunicação não é o que eu falo, mas o que o outro está ouvindo.
8- Use o Google para fazer perguntas. Você pode escreve uma palavra e ver as sugestões de continuação. Por exemplo, se escrevo comunicação, ele sugere: comunicação interpessoal, comunicação organizacional, comunicação assertiva, etc.
Nossos entrevistadores em ação!
No final, eles puderam testar todo esse aprendizado em uma entrevista com nosso Gerente de Educação Reinaldo Campos, que foi transmitida ao vivo no Facebook do Tas. Veja aqui o resultado:
https://www.facebook.com/MarceloTas/videos/2099365790323887/
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