Um futuro em que robôs exercem atividades antes feitas por ser humano parecia possível apenas em livros e filmes de ficção. Mas a verdade é que isso já está acontecendo: robôs já exercem funções antes feitas por humanos. Os caixas eletrônicos em supermercados podem ilustrar este cenário perfeitamente. Muitas das profissões estão passando por profundas transformações e outras tantas deixarão de existir, principalmente as que envolvem trabalhos mais mecânicos e repetitivos. Mas isso tudo não é motivo para desespero: historicamente, a quantidade de empregos que foram criados com a tecnologia foi maior do que os extintos. O que tem acontecido é uma profunda reestruturação do mundo do trabalho e enquanto ela acontece muita gente vai ter que se adequar aos novos postos que surgirem e adquirir novas habilidades.

A geração que quer fazer o que ama

Apesar de assustadora, a automação promete liberar as pessoas de trabalhos mecânicos e repetitivos para exercer sua criatividade, raciocínio e habilidades sociais em atividades mais interessantes.

E esse novo comportamento no qual o prazer e o propósito tomam grande importância já pode ser observado, principalmente com a geração Y (nascidos entre 1980 e 1995). Se antes o que importava era uma carreira estável que garantisse estabilidade, hoje os jovens valorizam fazer o que se ama e trabalhar com o que eles acreditam.

Outro fator permitido pela conectividade é trabalhar de lugares remotos e de qualquer lugar do mundo. Isso permite novas relações de trabalho, com maior flexibilidade, e ao mesmo tempo, gera uma maior instabilidade, pois as carteiras assinadas estão dando lugar aos trabalhos freelancers.

A Box 1824, uma agência de pesquisa de tendências em consumo, comportamento e inovação, fez uma pesquisa sobre essa transformação da visão do trabalho como obrigação para o trabalho como prazer.

 

Mas então, como se preparar?

Estar pronto para o futuro não significa somente adquirir conhecimento técnico, mas sim desenvolver habilidades que podem ser aplicadas à qualquer trabalho. Habilidades estas inerentes somente aos seres humanos, pois são elas que nos diferenciarão das máquinas. Quais são essas habilidades e como desenvolvê-las? Acompanhe nossa série de posts sobre habilidades e profissões do futuro. Semana que vem vamos falar sobre algumas destas habilidades, como desenvolvê-las e no final da série teremos uma surpresa para você!

 

Ricardo Ruffo

Ricardo Ruffo is a born entrepreneur, educator, speaker and explorer. As a writer by passion Ricardo daydreams on how the world is changing fast and how it could be.

Ruffo is the founder and global CEO of Echos, an independent innovation lab driven by design and its business units: School of Design Thinking, helping to shape the next generation of innovators in 3 countries, Echos – Innovation Projects and Echos – Ventures. As an entrepreneur, he has impacted more than 35.000 students worldwide and led innovation projects for Google, Abbott, Faber-Castell and many more.

Specialist in innovation and design thinking, with extensions in renowned schools like MIT and Berkeley in the United States. Also expert in Social Innovation at the School of Visual Arts and Design Thinking at HPI – dSchool, in Germany.

Naturally curious, love gets ideas flying off the paper. He always tries to see things from different angles to enact better futures. In his free time, spend exploring uninhabited places around the world surfing.

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