Redações cada vez mais enxutas e o fechamento constante de diversos veículos impressos ilustram a crise que o jornalismo tem passado. Na era da informação gratuita, as receitas de publicidade que sustentam o mercado parecem fugir cada vez mais das mídias jornalísticas. A Revista Forbes publicou um artigo sobre como editores da velha guarda podem sobreviver na era digital. Resumimos abaixo os principais pontos:

União entre as áreas: Uma grande barreira para um modelo de negócio de sucesso está na cultura organizacional das editoras, que por muito tempo tem sido dominada por um “muro chinês” que separa o lado comercial e jornalístico da empresa. Enquanto essa separação desempenhou um papel importante na preservação da integridade, também teve custos: o comercial não entende o produto que está vendendo e jornalistas agem como se o negócio nunca existisse.
Puxar a verba da TV: Durante décadas, os editores de impressos se lamentaram sobre quanto dinheiro vai para a TV. Agora, com o boom de vídeos on-line, eles têm a oportunidade de competir com as emissoras em igualdade de condições em suas versões digitais. Porém, nem todos estão aproveitando esta oportunidade.
Marcas satélites: Novas marcas são muito mais baratas de serem lançadas na internet do que impressas e mais fáceis de obter lucratividade. Algumas editoras, como a Atlantic Media, estão apostando agressivamente nas marcas digitais satélites

Novos produtos: Vale a pena mencionar aqui que alguns veículos têm muitos recursos para criar novos produtos digitais a um custo insignificante. Como o The New York Times, com seu abundante arquivo de resenhas de livros e filmes, poderia lançar concorrentes para a Goodreads e a IMDb.
E-Books: Outra maneira pela qual os editores digitais estão criando receitas incrementais é reembalando conteúdos existentes para criar e-books. A revista americana Politico, por exemplo, publicou e vendeu um guia eleitoral de 2012. Outros vendem guias sobre gravidez ou viagens.
Crie um processo de inovação de modelo de negócio: As ideias descritas acima são apenas algumas sugestões pontuais. Mas para cada caso, é possível pensar em um modelo de negócio mais adequado. Nossos cursos de business design , design thinking ou até mesmo um sprint pode ser uma boa sugestão para encontrar o modelo ideal. Saiba mais aqui. 

Ricardo Ruffo

Ricardo Ruffo is a born entrepreneur, educator, speaker and explorer. As a writer by passion Ricardo daydreams on how the world is changing fast and how it could be.

Ruffo is the founder and global CEO of Echos, an independent innovation lab driven by design and its business units: School of Design Thinking, helping to shape the next generation of innovators in 3 countries, Echos – Innovation Projects and Echos – Ventures. As an entrepreneur, he has impacted more than 35.000 students worldwide and led innovation projects for Google, Abbott, Faber-Castell and many more.

Specialist in innovation and design thinking, with extensions in renowned schools like MIT and Berkeley in the United States. Also expert in Social Innovation at the School of Visual Arts and Design Thinking at HPI – dSchool, in Germany.

Naturally curious, love gets ideas flying off the paper. He always tries to see things from different angles to enact better futures. In his free time, spend exploring uninhabited places around the world surfing.

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