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Gustavo Paiva, co-fundador e CTO na Descola, é publicitário de formação, mas sempre foi apaixonado por tecnologia. Há quatro anos começou a se dedicar a aprender sobre programação e, hoje, trabalha diariamente com isso. A seguir, Guga, como é conhecido, compartilha como qualquer um pode se aventurar e começar a programar e os caminhos para se chegar lá.

Hoje em dia existem várias iniciativas para que as pessoas aprendam a programar. Como por exemplo a Hour of Code que rodou o mundo com esse vídeo, ou a Codecademy que oferece cursos gratuitos para quem quiser aprender. É verdade, é uma habilidade muito desejável independente da área que você trabalha, seja para melhor entender o mundo em que vivemos, para poder se comunicar melhor com equipes técnicas ou até porque você gosta do bom e velho DIY (leia mais sobre a revolução do “Do it yourself” aqui).

Aprender a programar exercita sua mente e te ajuda a pensar melhor. Desenvolve um jeito de pensar nas coisas que, na minha opinião, ajuda em qualquer domínio. Bill Gates

Concordo com Bill Gates. Aprender a programar pode mudar muito a maneira como você pensa nas coisas. Porém, entre falar e fazer existe um abismo enorme. O caminho de aprendizagem da programação é uma aventura extensa, muitas vezes solitária e difícil. Por isso resolvi escrever algumas dicas que juntei com meus anos de estrada nessa área.

1. Apenas comece
Antes de pensar em qualquer coisa como com qual linguagem começar, qual curso fazer ou qual software você vai precisar, gaste um tempinho no Hour of code do Code.org. Vai ser ótimo para você entender o mindset da programação.

2. Não existe certo ou errado
Esse é o grande barato da programação. Para um problema você vai encontrar diversas respostas. Nenhuma delas é correta ou incorreta. São diferentes abordagens, cada uma com suas características no que diz respeito às boas práticas e performance da sua aplicação.

3. Às vezes vai parecer que aquilo não é para você
Pode não ser mesmo (eu acredito que nem todos temos a vocação para a programação, e ainda vou escrever sobre isso), mas pode ser apenas uma travada pontual, que aliás é muito comum. Não desista. Pare um pouco, pratique mais as coisas que você já sabe e volte naquele ponto em uma outra ocasião.

4. Você só vai realmente aprender quando fizer
Cursos e tutoriais são ótimos, mas alguns conceitos e ferramentas só vão entrar na sua cabeça quando você encontrar um problema e resolvê-lo usando essas ferramentas. Portanto, pratique sempre.

5. Nem sempre saberá o que está fazendo
Seja assistindo a um curso, lendo um tutorial ou mesmo criando um novo projeto, você vai chegar em um ponto em que já não sabe muito bem o que (ou por que) está fazendo aquilo. Às vezes vale a pena continuar mesmo sem entender.

6. Nunca deixe de aprender
As linguagens de programação evoluem tão rápido, que você precisa se acostumar a estar sempre aprendendo. E isso é ótimo.

7. Você vai amar o Stack Overflow
Você pode não saber o que isso significa hoje, mas em sua primeira dúvida a respeito de programação vai acabar caindo no Stack Overflow. Ele é o maior companheiro do desenvolvedor.

8. Curta a jornada
Desde a primeira vez que fiz um computador exibir a mensagem “Hello World!”, sempre me diverti muito. O mundo da programação é fascinante, apesar de desafiador. A programação, assim como tudo na vida, só faz sentido se a jornada em si trouxer satisfação. Então, sentir essas sensações pode ser um bom indicador de que a programação é um caminho para você. 

Se você tem interesse no tema, em novas tecnologias e se identifica com espírito do faça-você-mesmo, não deixe de conferir este post. Nele falamos sobre o movimento Maker e a nova revolução industrial!

admin_sdt

É empreendedora e educadora. Ela é cofundadora da ECHOS e suas unidades de negócios: Design Echos e Escola Design Thinking.

Ao longo dos últimos anos, Juliana tem trabalhado para desenvolver um ecossistema de inovação no Brasil. Atua como líder em projetos de inovação nas áreas de saúde, construção, internet das coisas e outros. Como educadora, dissemina o conceito de inovação para o bem.

Em 2014 palestrou no Global Innovation Summit, em San José, Califórnia e, em 2015 foi jurada do primeiro prêmio William Drentel de design para impacto social e foi convidada a palestrar no TEDx Mauá.

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