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Apesar de ser uma característica importante, a criatividade ainda é vista como um dom e necessária a algumas profissões somente. Um artista, um publicitário ou um cineasta sem criatividade é um profissional sem emprego, mas muito provavelmente não consideraríamos como quesito fundamental um engenheiro ou cientista que não se considerasse criativo.

Isso porque vivemos num mundo do qual a educação formal valoriza bastante o pensamento analítico, a racionalidade. Assim, somos criados a analisar o que aconteceu no passado e a chegarmos em conclusões, pontos finais. Pouco exploramos nossa intuição e habilidade de abstrair, criando novos caminhos e novas soluções. Nosso modelo mental ainda se restringe a tentar achar uma resposta exata às nossas perguntas. 

Contudo, enfrentamos um paradigma porque, por outro lado, o mundo atual exige cada vez mais das empresas e dos profissionais – independentemente da área de atuação – a habilidade de gerar ideias, criar produtos e serviços inovadores. Pensar “fora da caixa” e ser inovador têm se tornado, assim, as grandes demandas do mercado. E para atendê-la é preciso pessoas criativas. Mas é possível ensinar e aprender criatividade?

A Echos – Laboratório de Inovação, a partir da Escola Design Thinking, acredita ser possível romper as amarras e estimular a criatividade em qualquer pessoa. A partir de novos modelos mentais como o Design Thinking e de abordagens de aprendizado com muita prática e mão na massa. Mas como? Contamos nessa reportagem da publicação Meio & Mensagem, especializada em comunicação, que exercitando os músculos do cérebro é possível tornar as pessoas criativas! Confira abaixo a reportagem na íntegra 🙂

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Designing Desirable Futures.

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