Como apontamos anteriormente, “toda organização é projetada para conseguir os resultados que acaba atingindo. O que significa dizer que desempenhos ruins são resultado de organizações má projetadas. Resultados excelentes emergem quando estratégias, modelos de negócio, estrutura, processos, tecnologias, ferramentas e sistemas de recompensas funcionam de modo harmônico”.

Assim, para uma organização ser constantemente inovadora um dos fatores mais importantes é a capacidade de desenvolver uma cultura voltada para inovação. Porém, principalmente gestores de recursos humanos e líderes sabem muito bem que a cultura é o elemento mais intangível de uma organização. Desenvolver uma cultura voltada à inovação significa acessar o seu lado invisível. Não basta apenas ter pessoas de alta performance e uma estrutura física – como muitas empresas estão fazendo ao criar os seus centros de inovação.

Segundo Peter Senge, autor da clássica obra sobre cultura organizacional moderna, A Quinta Disciplina, empresas que conseguem estar na fronteira da inovação são aquelas que desenvolvem o que ele denomina de as 5 disciplinas para se tornar uma organização que aprende:

Maestria Pessoal (personal mastery)

Segundo Senge, a maestria pessoal é habilidade do indivíduo em realizar e buscar resultados, sendo criativo ao invés de reativo diante dos desafios da vida seja no ambiente profissional quanto pessoal.

É bastante comum organizações exigem de seus colaboradores que sejam pró-ativos, como se fosse uma habilidade inata das pessoas. Senge pontua exatamente o contrário, a proatividade é uma habilidade que exige um trabalho de dentro para fora e de fora para dentro. Portanto, é uma habilidade que pode ser desenvolvida e depende tanto do colaborador quanto da organização.

Modelos mentais (mental models)

Os modelos mentais representam a forma como enxergamos o mundo, bem como agimos diante dele. Os modelos mentais que carregamos moldam a forma como tomamos decisões e resolvemos os problemas. Empresas e indivíduos que não possuem consciência sob qual modelo mental funcionam jamais terão uma visão profunda e abrangente sobre quais são os próprios potenciais e dificuldades.

Em um momento que o mundo começa a operar com base em novos modelos mentais, empresas como Spotify, Airbnb, Google e Uber (para citar as de domínio comum) conseguem rapidamente prosperar ao passo que organizações que por operarem modelos antigos de gigantes de mercado como Kodak, HP, Blackberry, Nokia, desapareçam ou estão em vias de desaparecer.

Visão Compartilhada (shared vision)

Para Peter Senge a visão compartilhada é muito do que apenas compartilhar o futuro da organização com os colaboradores. Trata de proporcionar uma simbiose entre os objetivos individuais dos colaboradores e os da organização. Quando há objetivos em comuns e os colaboradores conseguem agregar seus sonhos aos objetivos da empresa ocorre um forte senso de pertencimento e não há desperdício de energia.

Aprendizagem em equipe (team learning)

Apesar de muitas organizações serem divididas em grupos de trabalho, poucas delas sabem ativamente trabalhar em equipe e aprender e pensar em conjunto. O Senge chama a atenção é que times de alta performance são aqueles capazes de acionar a inteligência coletiva, ou seja, dependem de pessoas que possuam uma visão compartilhada e são proativas, estando dispostas a abandonar ideias preconcebidas e a criar a partir de um objetivo em comum. Em uma cultura de inovação é fundamental ter e desenvolver pessoas com vontade de aprender a aprender em equipe. Para tanto, é preciso desenvolver um alto nível de escuta e alta capacidade de comunicar e compartilhar informação.

Pensamento sistêmico (systemic thinking)

Na visão de Senge, toda organização é composta por vários e diferentes sistemas que se interligam formando um grande sistema complexo. Portanto, o que Senge quer dizer é que há diferentes níveis de relacionamento entre os indivíduos da organização e fora dela. Ter o entendimento do todo e como, quando e em qual pessoas se conectam é a base de toda organização que aprende. Afinal, o pensamento sistêmico permite não só intervir onde é necessário, mas o impacto de uma ação perante todo o sistema e relações.

Porém, sabemos que apesar da teoria trazida por Senge ser perspicaz em identificar os 5 fatores que tornam uma organização inovadora, muitas organizações sentem dificuldade em colocá-los em prática.

Por isso, a Echos possui em seu portfólio uma gama de experiências de aprendizagem para que sua empresa e as pessoas que fazem parte dela consigam desenvolver um novo modelo mental, tenha acesso às novas abordagens e ferramentas de ponta e estejam aptas a enfrentar de forma inovadora os desafios que permeiam os negócios hoje.

Além disso, agora estamos lançando a Echos Wallet, um programa de benefícios que oferece acesso a descontos significativos para todos os cursos abertos da Echos mediante um processo de matrícula simplificado, além de permitir uma gestão e aplicação eficiente do orçamento disponível.

Dessa forma, ajudaremos você a gerenciar seu orçamento de aprendizagem e desenvolvimento, e garantir que você receba o retorno máximo do seu investimento.

Os pacotes detalhados estão descritos abaixo, assim como o valor de pontos requeridos para cada um dos cursos abertos.

  • Pacote Basic: 20 pontos
  • Pacote Plus: 40 pontos
  • Pacote Advanced: 60 pontos
  • Pacote Professional: 80 pontos
  • Pacote Expert: 100 pontos

Por exemplo para que sua equipe participe do Design Thinking Experience, do Service do Design Experience, do Business Design Experience, do Social Innovation Experience ou do Facilitation Experience são necessários apenas 4 pontos por pessoa por curso na Echos Wallet!

Com a Echos Wallet, cada organização poderá alocar seu investimento em inovação de acordo com as suas demandas e conforme o orçamento e o tempo disponível. É uma opção altamente recomendada para organizações que querem começar a disseminar e a criar uma cultura voltada para inovação!

Para mais informações entre em contato pelo email incompany@echos.cc ou acessar no nosso site.

Paulo Tiroli

Paulo é advogado, marketeiro e inquieto. Passou a notar que perdemos muito tempo tentando nos encaixar nos moldes dos outros e, por acreditar que todos possam encontrar a própria trilha, espera ajudar as pessoas nesse sentido. Participa de movimentos sobre empreendedorismo de impacto e crê na força dos negócios como ferramenta transformadora da realidade. Atualmente, faz parte do time da Echos – Laboratório de Inovação e sonha em ser facilitador de processos.

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